quinta-feira, 25 de julho de 2013

Grandes empresas fortalecem o Perímetro Irrigado de Sousa




Considerado um dos projetos de redenção do semiárido nordestino, o Projeto no Perímetro Irrigado Várzeas de Sousa (PIVAS), ganha musculatura com a chegada de grandes empresas a exemplo da Mocó Agropecuária que segundo o engenheiro agrônomo da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (EMEPA), Euzelí Cipriano dos Santos fortalece a pesquisa e a venda dos produtos orgânicos produzidos por pequenos agricultores do perímetro irrigado. “É importante a parceria com uma empresa âncora que garante a comercialização dos produtos daqui porque o problema maior para um produtor é exatamente o pós porteira”

Instalada desde 2002 realizando pesquisas com agricultura orgânica, a Emepa firmou parceria com a Mocó Agropecuária e oferece assistência técnica aos agricultores que produzem orgânicos para feiras regionais e para a Fazenda Tamanduá do grupo Mocó.

O produtor Ednaldo Nascimento considera de suma importância a instalação da Mocó Agropecuária que garante sua comercialização e renda para sua família e mais quatro que trabalham com ele.

Outro órgão que reconhece a importância das empresas âncoras nas Várzeas de Sousa é o coordenador da Projetec – Projetos Técnicos Ltda. Rogério Paganelli que classificou como ações incentivadoras para o desenvolvimento da agricultura orgânica, destacando o exemplo dado pelo empresário, Pierre Landolt que é um entusiasta das parcerias e tem alavancado a produção agrícola no PIVAS.

O Projeto Várzeas de Sousa tem como objetivo a produção em uma área de 4.376 ha com 178 lotes para pequenos produtores e 19 lotes empresariais. As áreas são destinadas à produção de culturas de grande valor comercial, elevado nível tecnológico e a produção de alimentos com geração de riqueza e emprego para o desenvolvimento da região.


Por Marcelo Negreiros   

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